domingo, 15 de fevereiro de 2009

Quem concorda?

Sua vida só diz respeito a VOCÊ!
A única pessoa que pode resolver seus problemas é VOCÊ mesmo!
Ninguém, à exceção de sua mãe e, às vezes, de seu pai se importam com você. Todas as pessoas que parecem se importar, ou são muito falsas, ou tem um grande interesse nisso!
Nunca confie em ninguém!
As pessoas são dissimuladas, hipócritas, interesseiras e maldosas. Todas elas, sem exceção!
Por mais que vc se importe com as pessoas e goste delas, isso jamais as impedirá de serem falsas com você!
Ninguém, absolutamente ninguém torce pela sua vitória!
Ninguém, acredite, quer verdadeiramente te ver feliz, ou saudável ou rico!
Dentre todos os hipócritas, o pior é o irônico. Não se esqueça. Todos são dissimulados!
O mais irritante é o debochado!
Qualquer coisa sua, principalmente as mais íntimas e as que te fazem sofrer sempre foram e sempre serão alvo de especulação, piada e fofoca!
Fique rico, seja feliz, passe no concurso mais concorrido. Você será assunto por alguns dias.
Adoeça, peça falência, tenha sérios problemas e você será assunto por muitos anos!
Por mais derrotado que vc estiver, não duvide: alguém ainda estará invejando você e te desejando coisa pior!
Desafio quem me prove o contrário de tudo isso!
É a vida e suas vicissitudes...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Ex... Eterno fantasma



Dificilmente você namora ou está enrolado com uma pessoa 0 km. Seu grande amor provavelmente já teve um outro grande amor antes de você, assim como você tem alguma quilometragem percorrida também. Normal. O problema é quando o ex do seu amor não ficou no passado: ainda ronda o presente.

Você achava que ele estava morto e enterrado, mas que nada, o fantasma ainda assombra. Manda e-mails pro seu amor, telefona de vez em quando, surge nos mesmos lugares em que vocês estão. Uma praga. Vocês construíram uma relação supersólida, está tudo indo mais do que bem, não há motivo para desconfiança ou insegurança.
Mas até quando? O ser humano é saudosista por natureza. De repente, num momento de carência, você pode não estar por perto e o seu amor se deixar levar por uma sessão nostalgia. Quem garante que não?

Ninguém garante nada nesta vida. Mas não vejo muita razão para alguém se preocupar demasiadamente com os ex. Eles já tiveram sua vez. Por alguma razão, não deu certo. Eu sei, eu sei, isso não quer dizer absolutamente nada, os dois podem ter continuado a se amar mesmo assim, eles podem ter deixado arestas por apontar, eles podem ter coisas entaladas na garganta para dizer um ao outro. Brrrrr. Assustador. Mas também é muito provável que, se eles tentarem de novo, vão esbarrar nos mesmos problemas que os fizeram separar. Ex é prato requentado. Quase um parente.

Eu não tenho fobia com ex, ao menos não com um ex que tenha sido bem vivido, bem curtido. Fico mais apreensivo em relação àqueles que podem vir a ser casos passageiros, aventurazinhas bobas, mas que podem surpreender. Não temo fantasmas, temo gente bem viva, bem acordada, oferecendo novidades, fantasias. Ex é um direito adquirido. Chegou antes. Tem privilégios. Merece respeito. E se seu grande amor cair nessa armadilha, terminar com você e voltar para o passado, relaxe, não se apavore. Será sua vez de assombrar. O ex agora é você.

Martha Medeiros

domingo, 8 de fevereiro de 2009

O contrário do Amor




O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.

Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

Martha Medeiros

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Perdas...

Perdi tudo aquilo que eu achava que era bom.
Perdi amigos, perdi dinheiro, perdi pais, perdi irmãos, minhas coisas...
Perdi meus avós, que tanto brincaram comigo na infância.
Perdi aquela tia que fazia a diferença e aquele primo que era sempre meu inimigo número 1.
Perdi tudo o que eu achava que daria certo.
Perdi aquele amor avassalador, perdi o meu trabalho, minha casa, minha paz.
Perdi tudo aquilo que cumpunha a saudade.
Perdi tudo o que era importante e material...
Só não perdi minha vida.
Enquanto vivo, confio.


Leka

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Os meus sete pecados

Resolvi descobrir em mim os sete pecados, então lá vai:

AVAREZA

Algumas vezes cometo, mas não peco muito neste, penso que em algumas épocas chego a ficar muito apegada as coisas materias. Mas não considero este um pecado...

INVEJA

Prefiro acreditar que inveja é um tipo de admiração... afinal quem invejaria algo ruim... feio... deformado... penso que ninguém...
sempre que este tipo de sentimento me invade, procuro olhar para mim e conferir minhas qualidades, assim consigo dissipar este sentimento... Mais cometo sim este pecado.

SOBERBA

Ai... vou precisar confessar...
Ao ler isso, alguém pode me considerar metida, mas algumas vezes costuma julgar as pessoas pela primeira impressão... por vezes pela roupa... música que ouve... Gente!!!! Reggae...
Me perdoem quem gosta deste estilo de música... Mas não consigo separar o reggae da primeira imagem que vi em um baile em só se ouvia este estilo de música... e pra evitar que me julguem nem vou descrever o que eu presenciei lá...


GULA


Ih... este sempre cometo, GULA seu nome é leka....rsrsrs...
Eu com uma lata de pêssego em frente da televisão... olha lá eu pecando de novo...

PREGUIÇA

Claro sou preguisoça sim, gosto de dormir, ficar manhando quietinha, mas se tenho que fazer algo... coloco minha preguiça de lado... e vou trabalhar...

LUXÚRIA

Rsrsrsrsrs.... Já perdi horas por causa disso...Já menti por causa disso... Já mudei minha vida por causa disso...
Apesar de ser virginiana... centrada... virtuosa... perfeccionista... amiga... tudo isso segundo os astros...

Leka