quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Prova de física

                          Me sentindo esgotada física e mentalmente, três dias de muito estudo para a prova de física, foram tantos números e constantes que estive a beira de um ataque de nervos, mas, enfim passou, agora é só esperar o resultado, vamos agora estudar pra química....

                                           Alessandra Matos

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

LCN, o curso.


Uma redação baseada em três textos, sendo eles:
Resolução nº 4 de 13 julho de 2010
Lembranças do meu ensino fundamental
Algumas reflexões sobre a psicologia escolar

     




                    Não percebi logo de início nenhuma relação entre esses três textos, mas, bastou lê com um pouco de atenção, para notar que se complementa, um parece ser a continuação do outro.
        A resolução, é uma tentativa do governo de melhorar a inclusão, acessibilidade, comprometimento com a aprendizagem do aluno, entre outros pontos, é praticamente uma resposta a todos os questionamentos feitos por nós, na redação apresentada a professora Glória Freitas (redação sobre as dificuldades enfrentadas por nós em relação a aprendizagem).
               O professor, como sabemos, consegue avaliar quais alunos estão realmente em sala para aprender, e quais estão apenas fazendo número, em contrapartida, nós alunos também temos esse discernimento, percebemos claramente quem são os professores que demonstram comprometimento com o nosso aprendizado, e os que estão ali, simplesmente para fazer jus ao seu rico dinheirinho no final do mês.
              Todas essas colocações me levaram a uma viagem  ao meu ensino médio, onde existia esses dois de ”tipos” professores.
              Lembro-me da professora conceição, uma jovem senhora de meia-idade, que encarava  a educação, como todo profissional que opta por seguir o caminho do magistério deveria fazer, com comprometimento, seriedade e principalmente com responsabilidade, afinal o professor é responsável sim, pelo aprendizado do aluno. Qualquer pessoa que assistisse a uma aula daquela senhora,  percebia o amor pela profissão, o prazer em ensinar, além da capacidade que aquela professora desenvolveu para se fazer entender, como tudo tem sempre dois lados, recordei de um professor que a turma apelidou de “papa-léguas” (referência a um personagem de desenho animado, uma ave  com extrema habilidade em correr), tamanha a displicência demonstrada com o ensino, pelo tal professor, além da pressa em terminar as aulas e ficar papeando com os alunos mais chegados pelos corredores, sobre a rodada de futebol do final de semana.
             Há mais ou menos um ano encontrei em um dos supermercados da cidade, uma senhora, cabelo grisalho, rosto enrugado, para minha surpresa, estava ali na minha frente, aquela professora que me ensinou a respeitar a toda uma classe de profissionais, foi uma felicidade muito grande para mim, poder apresentar a meus filhos, uma pessoa tão especial e que me transmitiu ensinamentos que carrego até hoje, como por exemplo, “Escolha uma profissional de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia de sua vida.”
             Ao me despedir, por um momento recordei do professor “papa-léguas”, será que algum dia, qualquer um dos seus ex-alunos , expressou ao reencontrá-lo, um por cento da felicidade que eu senti ao rever a professora Conceição? Certamente não.
             E hoje por uma dessas ironias do destino, me encontro trilhando o caminho do magistério e desejo sinceramente, que todo o amor pelo prazer de educar, que eu presenciei durante as aulas daquela senhora, seja capaz de não me deixar envenenar, pelos professores “papa-léguas” que cruzarem o meu caminho.
            Senhor educador, não substime as marcas que  você deixa nos alunos.

            Esse texto foi escrito por mim em Maio deste ano, contudo, me parece adequado ao momento.


                                                                 Alessandra Matos

Não era pra ser?

          Não era pra ser. Detesto essa frase, na minha opinião é frase usada por gente fraca, por quem não tem coragem de arriscar, por quem aceita qualquer coisa sem questionar, eu não, eu questiono, eu quero o melhor, não me conformo com pouco, eu quero é mais, eu luto por tudo o que eu quero, então não vem me dizer que não era pra ser. Não era pra ser? Saindo da sua boca é o mesmo que: "Desculpe, eu fui um covarde."
                                                     Alessandra Matos

sábado, 8 de outubro de 2011

Um dia a vida vai te ensinar a diferença entre ter cautela e sentir medo. E quando isso acontecer..... Seja feliz se puder.


                                                           Alessandra Matos

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Dá saudade?


Não fui eu quem cortou relações, quem saiu pela tangente, quem desistiu... eu só concordei com o corte feito por outra pessoa. Concordei sem tentar defesa, sem pedir desculpas, sem solucionar o caso... é. Não valia a pena. Não iria funcionar e eu sei disso, bem lá no fundo. Não tentei para preservar as boas memórias que tenho, para preservar no coração os bons momentos que tivemos e também, para evitar trazer à superfície as más lembranças, os maus momentos. Quem me garante que não era para ser assim? Que a pessoa realmente tinha que sair? Talvez nada aconteça por acaso mesmo.

Veio para me ensinar. Ensinar que em momentos de dúvida, a gente só descobre as respostas fazendo testes, experimentando. Foi de grande utilidade. Resolveu um baita problemão existencial pelo qual eu estava passando, me deu a solução... me fez ver o quão superficiais podem ser sentimentos que julgamos verdadeiros, ou o quão verdadeiros podem ser sentimentos que julgamos superficiais. Basta cutucar para ver. E depois de vir e ensinar, partiu... e eu deixei. 

Eu gostaria de dizer "obrigada", mas como já expliquei, não vou tentar reaproximação, nem mesmo apenas para dizer isso. Eu sinto essa gratidão apesar de tudo o que aconteceu de ruim, e acredito que a pessoa saiba disso, saiba que tudo foi verdadeiro. Dá saudade? Tem dias que dá... mas ninguém morre por isso. Talvez sonhos sejam para aliviar esse sentimento que eventualmente aparece.

As vezes é melhor ficarmos sem saber da verdade total dos fatos, das coisas. Prefiro acreditar que não há rancores, que não há mágoa, que ninguém mentiu... prefiro acreditar que está tudo bem e que as intenções são iguais: sem contato para preservar o que restou de bom. 

E que assim seja, Amém! 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

                            Felizmente eu sobrevivi a mim, aos meus descuidos, aos meus delírios....


                                                Alessandra Matos