Me sentindo esgotada física e mentalmente, três dias de muito estudo para a prova de física, foram tantos números e constantes que estive a beira de um ataque de nervos, mas, enfim passou, agora é só esperar o resultado, vamos agora estudar pra química....
Alessandra Matos
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
LCN, o curso.
Uma redação baseada em três textos, sendo eles:
Resolução nº 4 de 13 julho de 2010
Lembranças do meu ensino fundamental
Algumas reflexões sobre a psicologia escolar
Não percebi logo de início nenhuma relação entre esses três textos, mas, bastou lê com um pouco de atenção, para notar que se complementa, um parece ser a continuação do outro.
A resolução, é uma tentativa do governo de melhorar a inclusão, acessibilidade, comprometimento com a aprendizagem do aluno, entre outros pontos, é praticamente uma resposta a todos os questionamentos feitos por nós, na redação apresentada a professora Glória Freitas (redação sobre as dificuldades enfrentadas por nós em relação a aprendizagem).
O professor, como sabemos, consegue avaliar quais alunos estão realmente em sala para aprender, e quais estão apenas fazendo número, em contrapartida, nós alunos também temos esse discernimento, percebemos claramente quem são os professores que demonstram comprometimento com o nosso aprendizado, e os que estão ali, simplesmente para fazer jus ao seu rico dinheirinho no final do mês.
Todas essas colocações me levaram a uma viagem ao meu ensino médio, onde existia esses dois de ”tipos” professores.
Lembro-me da professora conceição, uma jovem senhora de meia-idade, que encarava a educação, como todo profissional que opta por seguir o caminho do magistério deveria fazer, com comprometimento, seriedade e principalmente com responsabilidade, afinal o professor é responsável sim, pelo aprendizado do aluno. Qualquer pessoa que assistisse a uma aula daquela senhora, percebia o amor pela profissão, o prazer em ensinar, além da capacidade que aquela professora desenvolveu para se fazer entender, como tudo tem sempre dois lados, recordei de um professor que a turma apelidou de “papa-léguas” (referência a um personagem de desenho animado, uma ave com extrema habilidade em correr), tamanha a displicência demonstrada com o ensino, pelo tal professor, além da pressa em terminar as aulas e ficar papeando com os alunos mais chegados pelos corredores, sobre a rodada de futebol do final de semana.
Há mais ou menos um ano encontrei em um dos supermercados da cidade, uma senhora, cabelo grisalho, rosto enrugado, para minha surpresa, estava ali na minha frente, aquela professora que me ensinou a respeitar a toda uma classe de profissionais, foi uma felicidade muito grande para mim, poder apresentar a meus filhos, uma pessoa tão especial e que me transmitiu ensinamentos que carrego até hoje, como por exemplo, “Escolha uma profissional de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia de sua vida.”
Ao me despedir, por um momento recordei do professor “papa-léguas”, será que algum dia, qualquer um dos seus ex-alunos , expressou ao reencontrá-lo, um por cento da felicidade que eu senti ao rever a professora Conceição? Certamente não.
E hoje por uma dessas ironias do destino, me encontro trilhando o caminho do magistério e desejo sinceramente, que todo o amor pelo prazer de educar, que eu presenciei durante as aulas daquela senhora, seja capaz de não me deixar envenenar, pelos professores “papa-léguas” que cruzarem o meu caminho.
Senhor educador, não substime as marcas que você deixa nos alunos.
Esse texto foi escrito por mim em Maio deste ano, contudo, me parece adequado ao momento.
Alessandra Matos
Não era pra ser?
Não era pra ser. Detesto essa frase, na minha opinião é frase usada por gente fraca, por quem não tem coragem de arriscar, por quem aceita qualquer coisa sem questionar, eu não, eu questiono, eu quero o melhor, não me conformo com pouco, eu quero é mais, eu luto por tudo o que eu quero, então não vem me dizer que não era pra ser. Não era pra ser? Saindo da sua boca é o mesmo que: "Desculpe, eu fui um covarde."
Alessandra Matos
Alessandra Matos
sábado, 8 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Dá saudade?
Não fui eu quem cortou relações, quem saiu pela tangente, quem desistiu... eu só concordei com o corte feito por outra pessoa. Concordei sem tentar defesa, sem pedir desculpas, sem solucionar o caso... é. Não valia a pena. Não iria funcionar e eu sei disso, bem lá no fundo. Não tentei para preservar as boas memórias que tenho, para preservar no coração os bons momentos que tivemos e também, para evitar trazer à superfície as más lembranças, os maus momentos. Quem me garante que não era para ser assim? Que a pessoa realmente tinha que sair? Talvez nada aconteça por acaso mesmo.
Veio para me ensinar. Ensinar que em momentos de dúvida, a gente só descobre as respostas fazendo testes, experimentando. Foi de grande utilidade. Resolveu um baita problemão existencial pelo qual eu estava passando, me deu a solução... me fez ver o quão superficiais podem ser sentimentos que julgamos verdadeiros, ou o quão verdadeiros podem ser sentimentos que julgamos superficiais. Basta cutucar para ver. E depois de vir e ensinar, partiu... e eu deixei.
Eu gostaria de dizer "obrigada", mas como já expliquei, não vou tentar reaproximação, nem mesmo apenas para dizer isso. Eu sinto essa gratidão apesar de tudo o que aconteceu de ruim, e acredito que a pessoa saiba disso, saiba que tudo foi verdadeiro. Dá saudade? Tem dias que dá... mas ninguém morre por isso. Talvez sonhos sejam para aliviar esse sentimento que eventualmente aparece.
As vezes é melhor ficarmos sem saber da verdade total dos fatos, das coisas. Prefiro acreditar que não há rancores, que não há mágoa, que ninguém mentiu... prefiro acreditar que está tudo bem e que as intenções são iguais: sem contato para preservar o que restou de bom.
E que assim seja, Amém! ♥
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Detalhes.....
Estranho como pequenos detalhes mudam uma vida, um telefonema que poderíamos ter dado, um pedido de desculpas que não foi feito, um eu te amo que não foi dito, um fica comigo e vamos ser felizes juntos que calou fundo no peito, contundo, a boca não proferiu as palavras e agora o coração sangra.... meu amor, você me faz muita falta, vem me fazer feliz, pra ser feliz eu só preciso de você....
Alessandra Matos
Alessandra Matos
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Onde estão os meus sonhos?
Lembro que guardei os meus sonhos em algum lugar e ainda não consegui encontrá-los de novo. Pelo menos os bons, aqueles que vêm das lembranças que nunca se tornaram lembranças de verdade, porque nunca permiti que se tornassem passado. A única coisa que me visita nos sonhos é a dor e o medo da dor. Parece absurdo que alguém possa sofrer com esse céu estrelado, parece exagero dizer que um não dói mais que uma úlcera. Eu gostaria de saber onde estão os hematomas deixados por essas dores, para que eu possa curá-los.
É preciso respeitar as dores invisíveis, pois são elas que doem mais, essas que sangram por dentro. Não adianta assoprar, que não passa. Tenho um respeito muito grande por quem, assim como eu, sofre em silêncio. Essas pessoas que perderam alguma coisa pelo caminho, uma parte de si e sabem que não dá pra reencontrar. Nenhum incômodo se compara à dor de uma vida alterada para sempre. Só quem sente tal dor sabe o tormento que ela causa, só quem perdeu algo importante consegue enxergar o pedaço que falta no próprio corpo.Perdi os meus sonhos. Quem me vê pode até pensar que está tudo bem, mas eu consigo ver a falta que eles me fazem.
A falta de perspectiva me assusta muito. Começar e não terminar. É assim o tempo todo. Meus sonhos acabaram e só ficou o vazio, a escuridão, essa vontade de parar e desistir de tudo. Vou me destruindo pouco a pouco, tentando entender porque certas coisas chegaram ao fim.
Eu sei que deveria, mas não consigo continuar. Me sinto presa em minha própria dor, presa em meus próprios pesadelos. Não ter sonhos é como engolir vidro: arranha a garganta, sufoca a respiração, mata.
domingo, 18 de setembro de 2011
Quem é você?
Quem é você?....
Se um dia você souber a resposta, estarei aqui esperando.
Alessandra Matos
Se um dia você souber a resposta, estarei aqui esperando.
Alessandra Matos
sábado, 17 de setembro de 2011
Pessoas insanas
Acho graça de pessoas que criam páginas na internet e sentem invadidos, quando alguém visita, ou eu estou louca ou isto aqui é terra de ninguém, ou seja, quer privacidade? Está no lugar errado. Tranque-se no quarto, feche-se no seu mundinho e permaneça lá, o mundo virtual é pra quem tem fibra e aguenta porrada, apenas quem tem coragem se expõe, tudo que escrevo assino, portanto, me critique. Criticas serão bem vindas, agora, tenha a decência de não se utilizar do anônimato.
Alessandra Matos
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Coisas de Leka
Eu odeio dias de chuva, e frio. Odeio segunda feira. Odeio quando me acordam. Odeio o tédio. Odeio ficar em casa nos finais de semana. Odeio quando não consigo definir meus sentimentos, odeio não conseguir mandar em mim mesma. Odeio quando se entrometem na minha vida e me dizem o que fazer. Odeio a falta de carater das pessoas. Odeio futilidades. Não entendo a discriminação, o preconceito, a desigualdade, a inveja.
Odeio pessoas mesquinhas, e odeio a ignorância. Odeio a falsidade, e abomino a mentira. Odeio que falem mal das pessoas que eu gosto. Odeio quando me dizem "não" e me jugam mal, como errada. Odeio a forma como as pessoas banalizam os sentimentos. Odeio quando um "ex" chega e diz: "Estou com saudades de você", mesmo estando com outra pessoa. Odeio o modismo. Não suporto a saudade, e o fato de algumas pessoas não se importarem com a falta que fazem. Odeio quando não está por perto. Odeio dizer "ADEUS".
Odeio os meus medos infantis, as minhas dúvidas, a minha indecisão e a minha insegurança. Odeio quando tento explicar algo e você "finge" que não entende, mas odeio quando tento explicar algo e você não quer entender. Odeio criancisces, e pessoas dramáticas demais. Odeio a indiferença, e o melancolismo. Odeio a falta de fé nas pessoas. Odeio o modo como me torno tão previsível. Odeio quando não admitem o seu próprio erro. Odeio quando me dizem verdades que me custam a ouvir. Odeio ter que ser realista, odeio ter que aceitar.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Acreditando
Eu acredito no amor, eu acredito nas pessoas e principalmente eu acredito no meu amor por você.
Alessandra Matos
Alessandra Matos
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Quando é amor
Quando é amor de verdade, o coração sangra com a distância, com a simples possibilidade de afastamento, meu amor, hoje acordei como se faltasse um pedaço de mim.....
Alessandra Matos
Alessandra Matos
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Prestação de contas
Continuo enfrentando dificuldades para postar os videos do congresso aqui, contudo, podem acessar meu outro blog clique aqui.......
Alessandra Matos
Alessandra Matos
Alguns amores...
Alguns amores são como cancer, você trata, se afasta do que te causa mal e depois de muito tempo sem sintomas da doença, ele reaparece, entranhado no seu corpo, como se nunca tivesse saído dali, são amores, são dores, que causam sofrimento... vou repetir: Permita que eu me desapaixone...
Alessandra Matos
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Trinta e oito primaveras...
Nasci de parto normal, em casa, com parteira, como era bastante comum na época, acredito que eu tenha tido uma infância boa, pois, sinceramente não me lembro, os poucos fatos que me lembro, são ligados as minhas férias de julho, mas, de quando já era quase adolescente, esperava o ano inteiro que chegasse as férias, para poder viajar para Itaguatins, cidade que fica a 40km de Imperatriz, e acreditem era uma viagem de férias dos sonhos pra mim naquele tempo, esta viagem foi o mais longe que pude chegar de casa, eu sempre me realizava durante as férias, pois meus eram separados, e com isso eu tinha a chance de está mais próxima de meu pai.
Lembro das peraltices que fazia na época, como: cerrar os punhos da rede de meu avô, deixando apenas um fio fino, para que ele ao balançar, caísse da rede (mas não era por maldade, era coisa de criança mesmo pura diversão), meu avô plantava melancias na beira do rio (vazante), por várias vezes comi as melancias sem arrancá-la do pé e depois virava a parte comida para baixo, meu avô só descobria após alguns dias, ao vê as melancias muchas no pé, tadinho .
O lugar que meus avós paternos moravam chama-se Descarreto e fica a 2km de Itaguatins, ás margens do rio Tocantins, que por sinal passa no fundo do quintal da casa de minha avó, a energia elétrica era somente até ás dez da noite, após esse horário o motor era desligado, eram raríssimas as casas que tinham televisão, então a diversão da criançada era tomar banho de rio, pescar, soltar pipa, armar arapuca, caçar e fugir para ir pro clube pela tábua do quarto que era solta, lembro que em uma dessas vezes meu avô descobriu e ficou nos esperando com uma vassoura na mão, assim que uma de nós colocasse a cabeça no buraco ele ia bater, porém eu sempre tive um plano B, quando chegamos percebi algo de estranho, então, levantei a tábua e ao invés de entrar, coloquei o cachorro primeiro, coitadinho do cachorro, meu avô acertou uma vassourada no pobrezinho, pensando ser uma de nós, apanhamos também é claro... É eu acho que fui muito feliz naquela época.
Meu pai, homem simples, trabalhador, humilde, contudo, como homem tinha um grande defeito, MULHERES, muitas mulheres, que durante o velório de meu pai, apareceram tantas viúvas, quanto filhos órfãos, sério! parecia coisa de novela, e o pior de tudo, foi justamente quando eu resolvi mudar radicalmente a cor dos meus cabelos radicalmente, e ali naquele momento de tanta tristeza em meio as minhas lágrimas, por ter pedido meu pai, ouvi várias vezes: “Quem é aquela loira que chora tanto?” Hoje quando me lembro desse episódio, sorrio muito, era um momento muito triste, porém, meu pai sempre foi um homem alegre, quero lembrá-lo assim, sempre com um sorriso no rosto.
Minha mãe, mulher forte, guerreira, simples, extremamente trabalhadora, um exemplo pra mim, não consigo falar dela sem encher os olhos de lágrimas, sei que errei muito com ela durante a minha adolescência, mas ela sempre esteve ao meu lado, embora sempre tenha demonstrado muito amor por mim, sempre teve dificuldade em expressar isso, penso que herdei isso dela, hoje tenho dois filhos lindos, Pedro de doze anos e Renata de dezessete, meus dois tesouros, também separada como minha mãe, talvez por isso, hoje eu consiga compreender todos os “nãos” que recebi, com isso estou tentando me reinventar, meus amigos sempre sorriem quando digo: “Eu estou tentando me tornar uma pessoa melhor” estou aprendendo a expressar o meu amor, estou aprendendo a dizer eu te amo, para as pessoas que são importantes pra mim.
Voltando as páginas de minha vida, recordo que aos 15 anos decidi que iria ser cantora, montei então uma banda chamada URBANLINE, com mais três amigas, nos apresentamos no Fly back, na Broadway e até fora da cidade, mas não durou muito, parti para ser modelo, fiz alguns desfiles, mas também durou pouco tempo o meu entusiasmo.
Conheci um rapaz, que se apaixonou por mim, fez de tudo pra me conquistar, ficamos juntos por três anos, e quando finalmente me apaixonei por ele, ele mudou, o relacionamento ficou diferente, e o feitiço virou contra o feiticeiro, desta vez eu o amava e ele já nem ligava mais para mim, ainda assim ficamos noivos por dois anos, até um momento em que descobri que meu noivo era gay, pensei que eu fosse morrer, contudo, sobrevivi.
Tive vários outros relacionamentos, até conhecer o pai dos meus filhos, com quem casei e vivi por dez anos, foram dez anos maravilhosos, ele sempre foi um bom marido e um excelente pai, nos separamos sem motivo aparente, apesar de vivermos bem e pasmem depois de seis anos de separação, descubro que o meu ex-marido, pai dos meus filhos, é homossexual e vive maritalmente com outro homem.
Sério!!!!!! Estou começando a achar que quando eu morrer e chegar ao céu, é eu vou pro céu, ou pelo menos quero ir, o anjo da entrada vai olhar pra mim e dizer: SUA VIDA FOI UMA PEGADINHA DO DIVINO.
FELIZ ANIVERSÁRIO PRA MIM.
sábado, 27 de agosto de 2011
Dificuldade
Estou com dificuldade em postar as fotos e os videos do congresso, essa internet eesta uma droga.... enfim amigos, vejam no meu outro blog....
www.lcnufmaimperatriz.blogspot.com
Alessandra Matos
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
I Semana de Licenciatura em Ciências Naturais da UFMA
Muito trabalho e muita expectativa para a nossa primeira semana de Licenciatura em Ciências Naturais, contagem regressiva......
Alessandra Matos
domingo, 14 de agosto de 2011
Mãe.... Feliz dia dos pais
Não tenho nenhuma lembrança de um momento com meu pai durante a minha infância, aliás não tenho lembrança de nenhuma figura masculina. Meus pais se separaram quando eu era muito pequena. Não lembro dos meus pais como um casal.
Não lembro de ter comemorado nem mesmo na escola o dia dos pais, sempre foi uma data que me causava tristeza, os poucos momentos que tenho na lembrança de ter estado próximo ao pai, são da minha adolescência e ainda assim são poucos e raros, contudo, cresci ouvindo e acreditando que ele sempre foi um bom homem, tinha um bom coração, amava ao próximo, se doava as pessoas, devo ter herdado isso dele.
É estranho como você ama de uma maneira tão grande alguém que nunca teve tanto contato, é assim com o amor que tenho pelo meu pai, e foi assim também com um outro amor, amor: homemx mulher que não deu certo, talvez seja essa a explicação para esse amor, amei aquele homem por que vi nele a imagem do meu pai.
Meu pai morreu aos 33 anos, jovem e sem muito contato comigo e ainda assim o amo de uma maneira que não se explica, apenas sinto... Mas não posso deixar de registrar neste dia o valor de minha mãe, mulher forte e que sempre fez o papel de pai e mãe, e a quem respeito por tudo, porém, principalmente por que hoje eu também está separada e mãe de dois filhos sei exatamente o que minha mãe teve que enfrentar para criar sozinha a mim e minha irmã.
Mãe.... Feliz dia dos pais...
Alessandra Matos
sábado, 13 de agosto de 2011
Um ponto de equilíbrio
Penso que eu estou precisando na verdade, é passar do ponto, é exagerar, é buscar o impossível outra vez, definitivamente: "Eu não gosto do morno, comigo ou é quente ou é frio, morno jamais."
Preciso de algo ou alguém que mexa com as minhas estruturas, que me tire o fôlego, que me leva as nuvens com um simples sorriso, que tire os meus pés do chão com a simples possibilidade de um encontro, preciso de você.
Alessandra Matos
domingo, 7 de agosto de 2011
Carência
Sou carente, ou melhor estou carente, estou carente de afeto, de atenção, de um olhar exclusivo na minha direção, estou carente de tempo, de respostas e até mesmo de perguntas, estou carente de mim, estou carente da Leka de antes, estou carente de sorrisos, estou farta apenas de lágrimas.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Minha vida
Penso que quando morrer que chegar ao céu
Alessandra Matos
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Tristeza
Amigos apesar de está de férias, ando meio sem tempo pra postar, além do que o blog que fiz para o curso de LCN (www.lcnufmaimperatriz.blogspot.com) anda tomando muito do meu tempo, sem esquecer que ainda tenho o projeto de física para terminar nessas férias, explicações dadas.
Hoje alguns alunos da turma de LCN, viajaram para Salvador, para participaram do CONGRESSO NACIONAL DE CIÊNCIAS NATURAIS, eu estou triste pois não pude ir, mas estou torcendo para que os alunos que foram aproveitem bastante.
Alessandra Matos
Hoje alguns alunos da turma de LCN, viajaram para Salvador, para participaram do CONGRESSO NACIONAL DE CIÊNCIAS NATURAIS, eu estou triste pois não pude ir, mas estou torcendo para que os alunos que foram aproveitem bastante.
Alessandra Matos
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Nostalgia...
Ainda me lembro das antigas paredes que eu construía, em volta de mim.
Mas hoje elas parecem que desapareceram, sumiram da face da terra sem ao menos terem me avisado. Eu fiquei indefesa sem rumo. E acho que ainda estou.
Talvez algumas pessoas não sejam tão solidárias consigo mesma a se abrir tão facilmente para outra pessoa. E eu sou uma delas. Eu tenho medo de que isso doa, e que arranque meu coração fora e que ele atinja o chão, sangrando.
Mas cada vez mais isso tem ficado difícil. Na primeira vez em que eu senti uma dor tão forte que nenhum remédio poderia me entorpecer, eu decaí, eu sofri, e eu jurei que nunca mais sentiria aquilo de novo, porque não me dava vontade de viver.
Mas talvez eu quissesse de vez em quando que alguém entrasse por aquela porta e me sequestrasse pra longe, sem devolução. Não sei se minha vida merece tanto sacrifício de alguém, ou se alguém se sacrificaria a toa pela minha vida.
Mas que droga, será posíivel viver sem sofrer? eu acho que não, porque por mais que você tente, por mais que você lute com você mesmo, você sempre vai magoar alguém, e se magoar. E no final das contas, é sempre você que se fode.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Nova rotina
Completamente sem tempo... Apesar de está de "férias" da faculdade, tenho dois projetos muito importantes para realizar até o final do mês, portanto, até la vista baby...
Alessandra Matos
Alessandra Matos
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Mais uma decisão definitiva
Há algum tempo conheci uma pessoa que faz tratamento no AA (Alcoólicos anônimos), fiquei impressionada com esforço quase sobre humano para resistir a primeira dose, pois tem consciência de que se tomar a primeira dose, virá a segunda, a terceira... É assim também com sentimentos, me dei conta que em relações mal resolvidas é necessário também evitar o primeiro contato, pois virá o segundo, o terceiro... Quando se vive uma relação que somente traz sofrimento é preciso que o fim seja definitivo, não adianta tentar ficar amigos, não vai dar certo, pode acreditar. Cada contato traz com ele a esperança, a saudade, o desejo, nunca a amizade.
Devia existir o AAIA (Associação dos amores impossíveis anônimos), um lugar que oferecesse tratamento pra esse tipo de doença, pois só pode ser doença, minha gente, não tem outra explicação. Me tornaria sócia hoje, preciso da minha sanidade de volta.
Pela milésina vez estou voltando pra mim.
E mudando um velho ditado: " A esperança é a última que morre. MAS MORRE."
Estou trancando a minha esperança no quartinho dos fundos até que ela morra, e até que isso aconteça, vou deletar novamente tudo o que me traz sofrimento, e a cada vez que eu sentir que vou fraquejar, assim como os frequentadores dos alcoólicos anônimos, vou repetir pra mim: SÓ POR HOJE... "
Alessandra Matos
sábado, 9 de julho de 2011
A história por trás da estória
Ser Pedagoga não é apenas ser professora, mestre, doutora, tia coordenadora, supervisora, orientadora, dona da escola ou faculdade. É muito mais do que isso. É ser responsável. Alguém que se predispõe a educar, e especificamente no caso do nosso curso, formar educadores, não tem o direito de desfazer dos sonhos de quem está em sala de aula para aprender, não tem o direito de frustrar os poucos que optam por seguir o caminho da docência como profissão. Nunca concordei com a máxima de que: Docência é sacerdócio. É poético, contudo não é verdade, a docência é profissão, como medicina, engenharia, direito, ou seja, é preciso não apenas amor pelo que se faz e sim profissionalismo, dedicação e competência.
Ser Pedagoga é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo, idade ou religião, é ter uma responsabilidade muito grande nas mãos é pena mais alguns não estão aptos a lidar com isso. É preciso antes de qualquer outra coisa ao pedagogo, compreender que é responsável pela formação de todas as outras profissões.
Não estou dizendo que é fácil, pois ser pedagogo exige ser mais que profissional, é ser alguém que acredita que a educação pode sim mudar o mundo pra melhor, requer dedicação, perseverança e principalmente AUTOCONTROLE em casos específicos.
É fato que vivemos numa sociedade consumista e “méritocrástica”, realmente a docência não é atrativa, quando se trata de remuneração e status, contudo, quem escolhe segui-la tem a obrigação de respeitar os alunos, não usando a sala de aula para despejar as suas frustrações e derrotas. Não é tolerável que um profissional que não tem a capacidade de lidar com as próprias frustrações, não seja capaz de manter uma relação com o meio em que vive harmoniosa, seja responsável pela formação de indivíduos, que por tabela também vão formar outros indivíduos.
Essa nova modalidade de ingresso na universidade, com a utilização das notas do Enem, trouxe um aumento de matrículas, o que é benéfico para o nosso país, porém veio de carona, alunos que chegam em solo universitário sem base nenhuma e professores que não estavam preparados para lidar com isso. Seria fácil colocar a culpa no “sistema”, mais nesse caso específico não seria justo, afinal como explicar que uma pedagoga, que deveria desenvolver em nós, entre outras coisas:
- Consciência da importância de nossa função no aperfeiçoamento de indivíduos e das relações sociais.
- Capacidade de expressar nossos julgamentos de valor.
- Capacidade de justificar nossas decisões referindo aos princípios em que nos baseamos.
- E principalmente saber ouvir e aceitar opiniões e posições diferentes das nossas, além da capacidade de argumentação.
Se ela mesma não possui essas competências. Nem mesmo o Pink e o cérebro seriam capazes de tal contrariedade a ordem. É necessário ter capacidade de analisar para chegar a uma conclusão, capacidade de comunicação para ouvir, para expressar diferentes pontos de vista, e imaginação para colocar-se no lugar de outras pessoas, compreendendo suas razões e seus argumentos sem preconceitos, com sensibilidade e modéstia. E para concluir não basta ser doutora em pedagogia, é preciso no mínimo ser alfabetizada em relações humanas.
Deixando claro que não tenho a pretensão aqui de está falando em nome de todos, é a minha opinião pessoal.
Alessandra Matos
sábado, 18 de junho de 2011
A dor do amor
Muitas vezes o amor dói. Todas vezes o amor ama. Nem sempre o amor é dito. Pode ser um amor não confesso. Há quem ama e não demonstre. É que ama tanto que tem medo, foge. E por assim amar pode até machucar, a si e ao outro. Nem por isso deixa de amar. O maior presente que alguém que você ama pode te dar é sempre te deixar na dúvida. Triste é a certeza que não tem mais a esperança para se apoiar. E, assim, é o amor, incompreensível, único e doloroso. Quando ele não dói mais é porque já se deixou de amar.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Promessas
Uma promessa não prometida é como o amor não é correspondido: não começa, não termina, não acontece e só desanima. Esperar por eles é esperar em vão. Por uma vida um pouco mais digna, espero por promessas realizadas, amores correspondidos e pessoas mais corajosas. Uma promessa não prometida nem sempre não foi não feita. É que assim como o amor não correspondido ela pode ser fruto de um covarde, que se não ousa dizer "sim", também não honra em dizer "não". Preferir a fuga à entrega é deixar de viver. E se viver é consumir-se, me coma, me beba e me leva, para onde as promessas sejam sempre verdade e o amor pareça doer um pouco menos do que o irreal.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Frases soltas III
Para amar é preciso coragem. Para deixar de amar é preciso ter força e amor próprio. Para voltar a amar é preciso perdão e humildade. Para sempre amar é preciso vontade e dedicação. Agora para nunca amar, basta apenas ser covarde e nunca tentar. Em mediocridade e desesperança, se resume a vida sem amar. Amar é o básico para quem quer o máximo que a vida pode dar!
Pra sempre ao seu lado
"Pra sempre ao seu lado" Assistir a esse filme e chorei como criança, um belo exemplo de; Amor, fidelidade, lealdade... Quisera amar assim.
Alessandra Matos
Alessandra Matos
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Traição, Virtual!?
juntamente com o aumento do acesso das pessoas à internet, descobriu-se uma nova forma de infidelidade: a virtual.
No início pode parecer inocente, troca de mensagens entre desconhecidos que, com o tempo vão descobrindo afinidades, rapidamente evolui para troca de confidências, daí para a entrada no mundo das fantasias sexuais, é um pulo.
Talvez este relacionamento virtual nunca se transfira para a vida real, mas a traição virtual magoa do mesmo jeito.
Há alguns anos a busca por sinais da infidelidade do parceiro era basicamente, o vasculhar de bolsos e carteiras, à procura por marcas de batons no colarinho, um perfume diferente, depois de chegar 10 minutos atrasado do trabalho e em alguns casos mais extremos, até mesmo seguir o parceiro, métodos hoje ultrapassados, tempos modernos requerem novos métodos de investigação.
A traição, hoje, não é apenas o contato físico, mas também, a intimidade emocional: sentimento de cumplicidade, confidências, segredos e o pior de todos, o prazer de ir para a cama pensando no outro. O estabelecimento deste vínculo íntimo, através do Orkut, Messenger é, no mínimo, instigante, e existe o sexo virtual, que dispensa comentários. Tem todos os ingredientes para ser chamado de um caso extraconjugal, porém, o ato em si, da traição, o contato físico, muitas vezes não chega a acontecer.
No que nós podemos chamar de “era eletrônica”, quando se desconfia do comportamento da cara-metade, o padrão de comportamento é quase sempre como nos tempos da vovó, o desconfiado passa a vasculhar a vida virtual do outro, lê e-mails, checa mensagens; a internet desperta nas pessoas um ciúme na maioria das vezes absurdo e incontrolável.
A infidelidade emocional, a que não envolve o toque, segundo pesquisas em alguns grandes escritórios de advocacia, em 90% das separações são apresentadas cópias de e-mails, Messenger e Orkut, para se provar o “quase-adultério” (fonte: revista Veja). O quase-adultério é uma situação amorosa em que não há envolvimento carnal e sim emocional. Criar qualquer vínculo com alguém do sexo oposto que exclua o marido ou a mulher, é o primeiro passo para a traição.
Não há como negar a mudança de comportamento, principalmente sexual, os sites de bate-papos virtuais, propiciam a qualquer pessoa fantasiar; ali se pode ser quem quiser, não existe limite. O anonimato e a privacidade são os principais elementos para esta liberação. No mundo virtual é tudo muito rápido e fácil.
Muitas vezes, só o fator de despertar o desejo no outro, a tentativa da conquista, coisas que desaparecem no casamento com o tempo, são relevantes para alguém se arriscar no mundo virtual. O parceiro pode estar negligenciando a relação e com isso muitas vezes, sem perceber, acaba empurrando o outro para esta busca, todos nós temos ânsia por ser apreciado, quem não gosta de receber um elogio, de ser admirado? E com o tempo, aquela pessoa com quem casamos, passa a ser como um dos móveis da casa.
Inevitavelmente, o desinteresse de um dos cônjuges desperta no outro o ciúme, a desconfiança, e estes sentimentos transformam qualquer casamento em uma tortura.
Não acredito que seja a internet a responsável pelo fim dos relacionamentos, ela apenas expõe as fragilidades deste casamento.
Agora, fica claro que ler mensagens, vigiar conversas, não são métodos eficazes; não se pode entrar na cabeça do outro e é lá que mora o desejo, e felizmente ninguém até hoje conseguiu ler pensamentos, ainda bem, senão o estrago seria bem maior que a internet.
Em suma, hoje não basta um casal falar sobre: dinheiro, filhos, família, quem fica com o controle remoto; o uso da internet passou a ser item obrigatório nas conversas dos casais.
Alessandra Matos
Devaneios
Terminar o que não começou é difícil, no entanto, o fácil nunca me atraiu, amigo, ex-amigo, amor da minha vida, estranho, pré-inimigo, ou como preferir ser chamado (sei que não irá responder, então tanto faz). É, realmente, não era pra ser assim, mas já que é, me deixa sonhar e tentar mudar. No seu lugar eu faria diferente. Mas cada um é cada um. Princípios são eternos, para quem acredita em amar.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Desejos
Acordei com um desejo imenso hoje, daqueles que dão água na boca....
Acordei com um desejo imenso de... SER FELIZ.
Da licença, me dê um momento por favor, vou ali um minutinho ser feliz e já volto.
Leka
domingo, 5 de junho de 2011
Mudando a rotina
Após muito tempo tentando retomar minha vidinha normal, casa cheia, meus filhos, sobrinhos, amigos, leka cozinhando pra todos, panqueca no cardápio, lazanha...
sábado, 4 de junho de 2011
Leka
Aos meus amigos:
Por motivos pessoais, fiz algumas alterações no blog, portanto, a partir de hoje os meus contatos não receberão mais automaticamente por e-mail os links de minhas postagens, sinto muito e agradeço a compreensão dos amigos, mas não havia uma outra maneira de romper todos os vínculos com o passado... porém, amigos quando quiserem fazer uma visita basta usar o endereço:
www.simplismenteleka.blogspot.com
Obrigada.
Leka
sexta-feira, 3 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Quero minhas bonecas de volta!
Nunca me relacionei muito bem com a rejeição, sempre tivemos uma relação difícil, cheias de DRs intermináveis e dolorosas, mais sobrevivi a todas elas, afinal sou Leka.
Sempre me orgulhei de nunca deixar passar uma chance, contudo, nos últimos dias tenho preferido deixar uma chance passar a ganhar uma outra ferida. Quando alguém disser que me quer ou parecer me querer é melhor perguntar: "Será que me quer mesmo? Será que não estou confundindo tudo? será que não é coincidência?" Afinal eu já me confundi tantas vezes, como vou saber que não é mais uma confusão? Já entendi como amor tanta AMIZADE que queria só a minha companhia, já confundi com desejo tanta brincadeira de quem só queria brincar.
O que será que eu tenho que já fui o brinquedo preferido de tanta gente? Sou uma idiota que não consegue diferenciar intenções? Ops, mais peraí... eu não me apaixonei por todos, eu me apaixonei sim, por alguns que eram realmente apaixonantes. Mas errei por que deixei que me jogasse no lixo e me tornei um coração reciclável.
Quando será que eu aprendi a me contentar com menos? Quando é que pra ser feliz no amor é preciso ter sorte? Acho que foi quando trocaram minhas bonecas por contas a pagar, e eu nem percebi. Será que eu é que deveria mudar? Eu até poderia mudar, mais não a nada a fazer quando você não é o motivo suficiente pra alguém te querer.
Ah!!!!! Eu não sou carente. Sou crédula. E foi tudo um engano, um grande engano, aliás um enorme engano, e o que restou de tudo isso foi um coração apaixonado batendo tímido no peito de quem foi deixado pra trás.
Eu não sou uma idiota, eu sou o coração mais valente que você já conheceu.
Leka
sexta-feira, 6 de maio de 2011
A minha solidão.
..Que minha solidão me sirva de companhia.
que eu tenha a coragem de me enfrentar.
que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir
como se estivesse plena de tudo.
que eu tenha a coragem de me enfrentar.
que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir
como se estivesse plena de tudo.
Eu devia...
Eu devia...
ter amado mais...
ter amado mais...
ter sonhado mais....
ter vivido mais....
ter chorado mais...
ter arriscado mais...
ter morrido de amor...
ter morrido de amor...
até errado mais...
Eu devia ...
Ter complicado menos...
ter trabalho menos...
ter me importado menos com problemas pequenos...
Ter feito o que eu devia fazer...
Ter visto pelo menos uma vez o sol nascer...
Sábio Renato Russo (Leka)
segunda-feira, 2 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
Mais um dia
Nossa realmente 2011 não está sendo bom pra mim, hoje sentir uma vontade imensa de desistir da vida mais uma vez....
Leka
Leka
quinta-feira, 21 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Dodoí...
Hospitalizada... Realmente este começo de ano não está sendo bom pra mim...
assim que melhorar, volto a postar...
Leka
assim que melhorar, volto a postar...
Leka
sexta-feira, 8 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
"Eu tenho medo que eu vá terminar sozinho, eu tenho medo de sempre ser melhor amigo de alguém, ou irmão, ou confidente, mas nunca alguém tudo. E mais ainda, eu tenho medo de nunca conhecer um cara que eu ame tanto quanto eu amo você"
(Dawson's Creek)
(Dawson's Creek)
Não dá para entender aquele olhar que desvia, aquele olhar que não vê, aquele cara a cara de caras que não se encaram. Não dá para entender aquela pessoa que foge do lugar onde sempre sonhou estar para ir parar onde não quer. Não dá para entender quem deixa de amar com medo de sofrer e acaba sofrendo, provocando em si a dor que tanto temia. Não dá para entender quem aproxima e depois some, quem promete mudar, mas sempre cumpre não modificando nada. Não dá para entender falas tão distantes de ações. Não dá para entender pessoas que temem tanto serem "certinhas" e se tornam tão "erradinhas". Não dá para entender como alguém que amamos tanto nos magoa na mesma proporção. Não dá para entender como um sorriso nos faz esquecer de tudo que sofremos para tentar de novo. Não dá para entender pessoas que querem tudo e não fazem nada para ter. Não dá para entender pessoas que tem e não dão valor. Não dá para entender quem dá mil chances para desconhecidos, mas não dá uma chance para quem o ama. Não dá para entender quem quer alguém igual e não faz o favor de se casar com o próprio espelho. Não dá para entender quem espera alguém que "encaixe" e não namora um balde de Lego. Não dá para entender quem deseja que o amor seja só sorrisos e não se apaixona por um boneco Playmobil. Não dá para entender quem não se entende e parece se orgulhar disso. Não dá para entender aquela pessoa que você sabe que te ama, mas está com outro alguém por comodismo (ou seria covardia?). Não dá para entender quem sente saudade e prefere a distância. Não dá para entender quem nos coloca em um banquinho: não senta, não levanta e não permite que outro sente ao nosso lado (muito menos nos avisa que a tinta ainda não havia secado, nos deixando marcas eternas). Não dá para entender tanta coisa. Não dá para entender quem não se torna seu amor porque você é um amigo (tinha que ser inimigo, então? Comece a tratar mal quem você ama, não escute, não ajude, não fale, não seja companheiro, não incentive, aí sim você pode passar a ter qualidades valorizáveis para ser namorado e não amigo - ou passe horas na academia e fique gostosinho - quem sabe...). Não dá para entender aquela pessoa que não te ama, que não quer nem te ter, nem te perder. Não dá para entender quem nunca queria magoar, mas sempre magoa quem não queria (ou merecia) ser magoado. Não dá para entender um ser humano, um ser racional, que deveria controlar os seus atos, mas, ao contrário, deixa que seus atos o controlem. Não dá para entender aquele amor da sua vida que está em todo lugar, menos na sua vida. Não dá para entender o amor, seja ele correspondido, não correspondido, ou o escambal. Não dá para entender o amor porque ele não pode ser entendido, é sentimento, não é razão.
Mas eu posso tentar e me entender. Ah, e eu tenho feito avanços. Dá para entender que minha capacidade de amar só vai crescer a cada dia. Dá para entender que eu ainda te amo, mas um dia vai passar, sempre passa, sinto (me) informar. Dá para entender que nesse dia eu vou amar outro e será este ser privilegiado o mais amado em todo o mundo (poderia ser você, mas, Mas, M-A-S!). Dá para entender que talvez você nunca mude, sempre continue preso dentro de você mesmo. Dá para entender que isso também não é problema meu, na verdade, o dia em que você perceber que o problema é você, não será problema meu, será, na verdade, a minha solução (de um modo ou de outro)!
"- Eu acho que de certo modo é bom, sabe? Talvez seja o único jeito de tocarmos a vida sozinhos. Magoando um ao outro de tal forma que não reste escolha a não ser desencanar. Talvez de outra forma a gente nunca ia desencanar.
- Talvez"
(Dawson's Creek)
surupiado do Eu só queria um café...
quinta-feira, 10 de março de 2011
Quando a alma fala...
"_Eu queria que nós pudéssemos ser amigos...
_Engraçado. É a última coisa que eu quero"
(House)
Ainda que em dias sem tempo quem sempre arranja tempo para aparecer é ela, a saudade. Em meio a corridas para cumprir horários, leituras dinâmicas para entregar tudo no prazo ela sempre chega trazendo a presença de dias que não voltam. A ciência avança e inventam solução para tudo ou quase tudo, mas ainda não tem um jeito de se voltar de fato ao passado e de se reviver nem que seja por um instante algum momento feliz. Eu trocaria qualquer dia do futuro por um minuto de novo ao lado de quem me rouba os pensamentos. Também não há nada que tenha sido inventado que nos faça viver no presente, estamos sempre presos em um tempo que não é o agora. Estamos no passado, na lembrança feliz, na tristeza ainda não superada ou esperançosos pelo futuro no qual tudo voltará a ser como no passado ou tudo será diferente do presente. Estamos até mesmo no futuro mais próximo aguardando o relógio marcar o fim do expediente para poder ser feliz na volta ao lar ou para aproveitar o fim de semana com os amigos. Nunca estamos no presente nem que seja desejando nunca esquecer o que se vive agora. Algumas vezes a gente queria mudar aquele momento em que tudo mudou, repetir aquele abraço, retribuir aquele beijo, dizer que amava e não sabia, dizer que sabia ou até dizer que amava e sabia, mas temia. Outro dia eu pedi que ele voltasse e durante mais um compromisso eu o vi de novo, à minha frente, lindo. Era ele, era eu, o tempo mesmo que por um instante o trouxe de volta. Mas aos nos olharmos, surpresos, mesmo que por segundos reconhecemos que a gente não mais se reconhecia. Era ele hoje, era eu hoje, e o que vivemos já estava no ontem, não éramos mais como antes e não adianta a gente voltar, pois o que havia não volta junto como que por mágica. O amor é como o sono em noite de insônia, se você não está atento e sonha junto no exato momento em que ele chega o tempo passa. Do mesmo jeito se você não está atento no momento em que alguém chega o tempo passa e te resta a solidão. Então se tem que aceitar que o lugar dos amores que não deram certo é na lembrança e não no futuro. Não na lembrança amarga das culpas e dos erros, mas na lembrança doce de quem te deu momentos felizes. E as lembranças acolhem o que chega ao fim no amor, pois o que termina no amor é o relacionamento e não o sentimento. A relação pode durar dias, meses ou anos e um dia acabar, mas o sentimento pode ser para sempre. Pode se continuar amando, mesmo sem mais ter, ver, ouvir, mas ainda se sentir. A lua minguante tímida intimida a confessar esse amor crescente que deixa a alma cheia de vontade de te ter na nova, nova vida que a gente teria se no céu alguma estrela cadente pudesse mesmo sonhos realizar. Então, lua, eu te digo que você estava sobre nós quando por segundos nós dois nos vimos de novo testemunhando que eu não mais vejo, não mais ouço, mas ainda sinto e amo, e no dia seguinte - e em todos os que se seguiram - chega a saudade, que tantas vezes é o sobrenome do amor, para me dar de volta o nosso tempo. Assim, confesso, sim, ainda quero você como o tempo não quer nada além de ser eterno. E eu sigo pensando em como seria se você estivesse aqui ou quem sabe se eu estivesse aí.
"Algumas histórias de amor são curtas como um conto, mas não deixam de ser histórias de amor"
Senti este texto tão meu...... daqueles que falam com você.
Leka
quarta-feira, 9 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Dia internacional da mulher
Parabéns pra mim..... rsrsrsrsrsrsrs.... É que estou sem inspiração......
Leka
Leka
segunda-feira, 7 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
Tô p... da vida comigo!
Acordei hoje com ressaca.... A pior de todas "ressaca moral"...
(...e em pensar que eu já fui mais "esperta"...)
Leka
(...e em pensar que eu já fui mais "esperta"...)
Leka
sábado, 5 de março de 2011
Uma pequena amostra da minha primeira peça de teatro... (PARTE I)
São apenas oito minutos e quarenta e um segundos da nossa primeira apresentação, espero que vocês se divirtam um pouco, por que eu me diverti bastante, vou ficar aqui tentando postar o restante da peça.... até lá...
Leka
sexta-feira, 4 de março de 2011
Meu dia...
Que ódio... Desde de ontem estou tentando postar o vídeo da peça, e não consigo, vou ficar devendo, por enquanto, vou deixar o link do site da ufma, com uma reportagem...
http://www.ufma.br/noticias/noticias.php?cod=10204
quarta-feira, 2 de março de 2011
Véspera...
Ansiosa, estou me sentindo peru no natal, aliás parece que estou parindo um filho... Nossa, já é amanhã, desejem-me sorte...
Ah! Estou melhorzinha... Sendo quem sou, estaria mesmo que não estivesse...
Leka
Ah! Estou melhorzinha... Sendo quem sou, estaria mesmo que não estivesse...
Leka
terça-feira, 1 de março de 2011
Dengue
É... sou humana, fui derrotada esta semana por um mosquito, agora pense.... Nem mesmo minha rotina de serviço de casa, SAMU, faculdade, tinha me derrotado, agora vem a porra de um mosquito e me deixa de cama, com febre, dor no corpo, mal estar, Meu Deus! é muito ruim essa sensação, e o pior na véspera da peça, eu vou de maca, mais vou...
Agora é como disse o médico: "Repouso, liquido e tempo..." E por minha conta acrescento nessa receita, colo e carinho... muito carinho....rsrsrs
Leka (Dodoízinha)
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Coração aos pedaços...
Sai.
Dei as costas e sai, como se a dor que eu estava sentindo fosse ficar ali, como se ela não fosse me acompanhar, como se aquela maldita dor não estivesse entranhada na minha alma.
Entrei... tranquei a porta, me despi da armadura que uso constantemente e desabei, desabei como um prédio velho, como pedras enfileiradas de dominó sopradas pelo vento...
Ali sozinha, no chão, chorei, chorei como se aquelas lágrimas fossem capazes de diminuir a dor que naquele momento dilacerava minha alma, chorei até a exaustão e adormeci, mas nem mesmo o sono foi capaz de tranqüilizar o meu coração, quis fugir, mas a dor estava dentro de mim, era minha, só minha.
Então acordei, vesti novamente a armadura que me segura de pé todos os dias e comecei um novo dia, afinal, ninguém nota que por trás da mulher forte que todos veem, existe apenas eu...
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Frases soltas II
Eu não vou dizer que não consigo viver sem você. Porque eu consigo. Só não quero.
(Filme: Dizem por ai)
Quando se perceber que se quer passar o resto da vida com alguém, você quer que o resto da vida comece logo.
(Filme: Feitos um para o outro)
Cada passo que eu dei foi pra ficar mais perto de você.
(Filme: Memórias de uma gueixa)
Faria alguma diferença se eu dissesse que ninguém poderia amar alguém tanto quanto eu amo você?
(Filme: Efeito borboleta)
você me salvou de todas as maneiras que alguém pode ser salvo.
(Filme; Titanic)
É o amor é lindo mesmo no cinema...rsrsrs
Leka
(Filme: Dizem por ai)
Quando se perceber que se quer passar o resto da vida com alguém, você quer que o resto da vida comece logo.
(Filme: Feitos um para o outro)
Cada passo que eu dei foi pra ficar mais perto de você.
(Filme: Memórias de uma gueixa)
Faria alguma diferença se eu dissesse que ninguém poderia amar alguém tanto quanto eu amo você?
(Filme: Efeito borboleta)
você me salvou de todas as maneiras que alguém pode ser salvo.
(Filme; Titanic)
É o amor é lindo mesmo no cinema...rsrsrs
Leka
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