domingo, 27 de março de 2011

Uma frase

     Chega de entrar na minha vida para depois sair e dizer " sinto muito"!

terça-feira, 15 de março de 2011

"Eu tenho medo que eu vá terminar sozinho, eu tenho medo de sempre ser melhor amigo de alguém, ou irmão, ou confidente, mas nunca alguém tudo. E mais ainda, eu tenho medo de nunca conhecer um cara que eu ame tanto quanto eu amo você"
(Dawson's Creek)

Não dá para entender aquele olhar que desvia, aquele olhar que não vê, aquele cara a cara de caras que não se encaram. Não dá para entender aquela pessoa que foge do lugar onde sempre sonhou estar para ir parar onde não quer. Não dá para entender quem deixa de amar com medo de sofrer e acaba sofrendo, provocando em si a dor que tanto temia. Não dá para entender quem aproxima e depois some, quem promete mudar, mas sempre cumpre não modificando nada. Não dá para entender falas tão distantes de ações. Não dá para entender pessoas que temem tanto serem "certinhas" e se tornam tão "erradinhas". Não dá para entender como alguém que amamos tanto nos magoa na mesma proporção. Não dá para entender como um sorriso nos faz esquecer de tudo que sofremos para tentar de novo. Não dá para entender pessoas que querem tudo e não fazem nada para ter. Não dá para entender pessoas que tem e não dão valor. Não dá para entender quem dá mil chances para desconhecidos, mas não dá uma chance para quem o ama. Não dá para entender quem quer alguém igual e não faz o favor de se casar com o próprio espelho. Não dá para entender quem espera alguém que "encaixe" e não namora um balde de Lego. Não dá para entender quem deseja que o amor seja só sorrisos e não se apaixona por um boneco Playmobil. Não dá para entender quem não se entende e parece se orgulhar disso. Não dá para entender aquela pessoa que você sabe que te ama, mas está com outro alguém por comodismo (ou seria covardia?). Não dá para entender quem sente saudade e prefere a distância. Não dá para entender quem nos coloca em um banquinho: não senta, não levanta e não permite que outro sente ao nosso lado (muito menos nos avisa que a tinta ainda não havia secado, nos deixando marcas eternas). Não dá para entender tanta coisa. Não dá para entender quem não se torna seu amor porque você é um amigo (tinha que ser inimigo, então? Comece a tratar mal quem você ama, não escute, não ajude, não fale, não seja companheiro, não incentive, aí sim você pode passar a ter qualidades valorizáveis para ser namorado e não amigo - ou passe horas na academia e fique gostosinho - quem sabe...). Não dá para entender aquela pessoa que não te ama, que não quer nem te ter, nem te perder. Não dá para entender quem nunca queria magoar, mas sempre magoa quem não queria (ou merecia) ser magoado. Não dá para entender um ser humano, um ser racional, que deveria controlar os seus atos, mas, ao contrário, deixa que seus atos o controlem. Não dá para entender aquele amor da sua vida que está em todo lugar, menos na sua vida. Não dá para entender o amor, seja ele correspondido, não correspondido, ou o escambal. Não dá para entender o amor porque ele não pode ser entendido, é sentimento, não é razão.

Mas eu posso tentar e me entender. Ah, e eu tenho feito avanços. Dá para entender que minha capacidade de amar só vai crescer a cada dia. Dá para entender que eu ainda te amo, mas um dia vai passar, sempre passa, sinto (me) informar. Dá para entender que nesse dia eu vou amar outro e será este ser privilegiado o mais amado em todo o mundo (poderia ser você, mas, Mas, M-A-S!). Dá para entender que talvez você nunca mude, sempre continue preso dentro de você mesmo. Dá para entender que isso também não é problema meu, na verdade, o dia em que você perceber que o problema é você, não será problema meu, será, na verdade, a minha solução (de um modo ou de outro)!

"- Eu acho que de certo modo é bom, sabe? Talvez seja o único jeito de tocarmos a vida sozinhos. Magoando um ao outro de tal forma que não reste escolha a não ser desencanar. Talvez de outra forma a gente nunca ia desencanar.
- Talvez"
(Dawson's Creek)
 

                                                     surupiado do Eu só queria um café...

quinta-feira, 10 de março de 2011

Quando a alma fala...

"_Eu queria que nós pudéssemos ser amigos...
_Engraçado. É a última coisa que eu quero"
(House)


Ainda que em dias sem tempo quem sempre arranja tempo para aparecer é ela, a saudade. Em meio a corridas para cumprir horários, leituras dinâmicas para entregar tudo no prazo ela sempre chega trazendo a presença de dias que não voltam. A ciência avança e inventam solução para tudo ou quase tudo, mas ainda não tem um jeito de se voltar de fato ao passado e de se reviver nem que seja por um instante algum momento feliz. Eu trocaria qualquer dia do futuro por um minuto de novo ao lado de quem me rouba os pensamentos. Também não há nada que tenha sido inventado que nos faça viver no presente, estamos sempre presos em um tempo que não é o agora. Estamos no passado, na lembrança feliz, na tristeza ainda não superada ou esperançosos pelo futuro no qual tudo voltará a ser como no passado ou tudo será diferente do presente. Estamos até mesmo no futuro mais próximo aguardando o relógio marcar o fim do expediente para poder ser feliz na volta ao lar ou para aproveitar o fim de semana com os amigos. Nunca estamos no presente nem que seja desejando nunca esquecer o que se vive agora. Algumas vezes a gente queria mudar aquele momento em que tudo mudou, repetir aquele abraço, retribuir aquele beijo, dizer que amava e não sabia, dizer que sabia ou até dizer que amava e sabia, mas temia. Outro dia eu pedi que ele voltasse e durante mais um compromisso eu o vi de novo, à minha frente, lindo. Era ele, era eu, o tempo mesmo que por um instante o trouxe de volta. Mas aos nos olharmos, surpresos, mesmo que por segundos reconhecemos que a gente não mais se reconhecia. Era ele hoje, era eu hoje, e o que vivemos já estava no ontem, não éramos mais como antes e não adianta a gente voltar, pois o que havia não volta junto como que por mágica. O amor é como o sono em noite de insônia, se você não está atento e sonha junto no exato momento em que ele chega o tempo passa. Do mesmo jeito se você não está atento no momento em que alguém chega o tempo passa e te resta a solidão. Então se tem que aceitar que o lugar dos amores que não deram certo é na lembrança e não no futuro. Não na lembrança amarga das culpas e dos erros, mas na lembrança doce de quem te deu momentos felizes. E as lembranças acolhem o que chega ao fim no amor, pois o que termina no amor é o relacionamento e não o sentimento. A relação pode durar dias, meses ou anos e um dia acabar, mas o sentimento pode ser para sempre. Pode se continuar amando, mesmo sem mais ter, ver, ouvir, mas ainda se sentir. A lua minguante tímida intimida a confessar esse amor crescente que deixa a alma cheia de vontade de te ter na nova, nova vida que a gente teria se no céu alguma estrela cadente pudesse mesmo sonhos realizar. Então, lua, eu te digo que você estava sobre nós quando por segundos nós dois nos vimos de novo testemunhando que eu não mais vejo, não mais ouço, mas ainda sinto e amo, e no dia seguinte - e em todos os que se seguiram - chega a saudade, que tantas vezes é o sobrenome do amor, para me dar de volta o nosso tempo. Assim, confesso, sim, ainda quero você como o tempo não quer nada além de ser eterno. E eu sigo pensando em como seria se você estivesse aqui ou quem sabe se eu estivesse aí.


"Algumas histórias de amor são curtas como um conto, mas não deixam de ser histórias de amor"



     Senti este texto tão meu...... daqueles que falam com você.


                                                  Leka

Peça (parte VII - Final)

Peça (parte VI)

Peça (parte V)

terça-feira, 8 de março de 2011

Dia internacional da mulher

                      Parabéns pra mim.....  rsrsrsrsrsrsrs.... É que estou sem inspiração......




                                                        Leka
               

Delírios de Leka

             Bata o pé com um cachorro pequeno ou diga que ama a um covarde, ambos irão correr.

domingo, 6 de março de 2011

Tô p... da vida comigo!

              Acordei hoje com ressaca.... A pior de todas "ressaca moral"...
              (...e em pensar que eu já fui mais "esperta"...)


                                                  Leka
        

sábado, 5 de março de 2011

Uma pequena amostra da minha primeira peça de teatro... (PARTE I)

        São apenas oito minutos e quarenta e um segundos da nossa primeira apresentação, espero que vocês se divirtam um pouco, por que eu me diverti bastante, vou ficar aqui tentando postar o restante da peça.... até lá...
                                 Leka

sexta-feira, 4 de março de 2011

Meu dia...

Que ódio... Desde de ontem estou tentando postar o vídeo da peça, e não consigo, vou ficar devendo, por enquanto, vou deixar o link do site da ufma, com uma reportagem...

                                 http://www.ufma.br/noticias/noticias.php?cod=10204

quarta-feira, 2 de março de 2011

Véspera...

      Ansiosa, estou me sentindo peru no natal, aliás parece que estou parindo um filho... Nossa, já é amanhã, desejem-me sorte...
      Ah! Estou melhorzinha... Sendo quem sou, estaria mesmo que não estivesse...
                                               Leka

terça-feira, 1 de março de 2011

Dengue

  


                    É... sou humana, fui derrotada esta semana por um mosquito, agora pense.... Nem mesmo minha rotina de serviço de casa, SAMU, faculdade, tinha me derrotado, agora vem a porra de um mosquito e me deixa de cama, com febre, dor no corpo, mal estar, Meu Deus! é muito ruim essa sensação, e o pior na véspera da peça, eu vou de maca, mais vou...
                    Agora é como disse o médico: "Repouso, liquido e tempo..." E por minha conta acrescento nessa receita, colo e carinho... muito carinho....rsrsrs


                                               Leka (Dodoízinha)