Leka e o casamento
A vida a dois sempre em algum momento será difícil e até
mesmo dolorosa. Como também sempre terá momentos
bons, [nem que seja somente no começo].
Um casamento bem constituído será fonte de crescimento dos
parceiros e dos filhos.
Um casamento mal sucedido se torna uma doença crônica e
altamente destrutiva, costumo compará-lo com um *câncer*
que, se não descoberto logo no início, onde é o problema,
irradia-se por todo o corpo e quando se der conta,
é o fim.
E um dos maiores erros é tentar tratar estas doenças no casamento,
quando o mal já é irreversível, quando os dois já não se respeitam mais.
O ideal é tratá-las no primeiro desentendimento,
nem que seja aquele da briga pelo controle remoto da TV,rsrsrs...
Sabe, eu já vivi um casamento uma vez e
estou em uma segunda experiência, e pode acreditar,
algumas vezes cometo os mesmos erros.
Acredito que tenho um casamento feliz,
embora s vezes me irrito por que:
Ele dorme demais...
Em alguns momentos sinto que ele não se interessa pelo meu dia...
Sinto que às vezes falo e ele não ouve...
Incomoda-me o fato de ele ser demasiadamente calado...
Ele não saber nunca onde as coisas estão...
Às vezes diz que vai fazer algo e não faz...
Mas tenho consciência de que eu, às vezes:
Brigo por nada...
Comporto-me como criança...
Sou intolerante...
Sou uma bomba relógio de TPM...
Quero tudo pra ontem ...rsrsrs...
Mas casamento é mesmo a união de opostos,
a questão é saber onde começa o espaço de um e termina o do outro.
Li outro dia em uma reportagem da revista Veja
que segundo as estatísticas do IBGE sobre casamento,
que desde a década de 90,
o tempo médio de duração dos casamentos no mundo é de dois anos,
então em minhas palavras: *Casamento agora tem prazo de validade*.
É importante saber-se diferente do outro
e tentar compreender as imperfeições para se alcançar,
dentro deste contrato chamado casamento,
no mínimo o entendimento,
afinal, se entendo o outro é por que o respeito,
se o respeito é por que o amo,
e se o amo, juntos vamos conseguir ser exceção dentro das estatísticas
e com isso alcançar a tal almejada felicidade a dois.
Naldo e eu,
estamos partindo pro oitavo ano deste contrato,
e tenho que agradecer isso a ele,
afinal, durante todo este tempo,
mesmo sem perceber, ele tem me moldado para ser
o que estou tentando me tornar, uma pessoa melhor,
e com isso conseguir dançar com ele
a valsinha de 50 anos de casamento.
Um comentário:
legal.
isso vicia.
depois que começa...
gostei.
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