quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Leka e o casamento

Leka e o casamento

A vida a dois sempre em algum momento será difícil e até

mesmo dolorosa. Como também sempre terá momentos

bons, [nem que seja somente no começo].

Um casamento bem constituído será fonte de crescimento dos

parceiros e dos filhos.

Um casamento mal sucedido se torna uma doença crônica e

altamente destrutiva, costumo compará-lo com um *câncer*

que, se não descoberto logo no início, onde é o problema,

irradia-se por todo o corpo e quando se der conta,

é o fim.

E um dos maiores erros é tentar tratar estas doenças no casamento,

quando o mal já é irreversível, quando os dois já não se respeitam mais.

O ideal é tratá-las no primeiro desentendimento,

nem que seja aquele da briga pelo controle remoto da TV,rsrsrs...

Sabe, eu já vivi um casamento uma vez e

estou em uma segunda experiência, e pode acreditar,

algumas vezes cometo os mesmos erros.

Acredito que tenho um casamento feliz,

embora s vezes me irrito por que:

Ele dorme demais...

Em alguns momentos sinto que ele não se interessa pelo meu dia...

Sinto que às vezes falo e ele não ouve...

Incomoda-me o fato de ele ser demasiadamente calado...

Ele não saber nunca onde as coisas estão...

Às vezes diz que vai fazer algo e não faz...

Mas tenho consciência de que eu, às vezes:

Brigo por nada...

Comporto-me como criança...

Sou intolerante...

Sou uma bomba relógio de TPM...

Quero tudo pra ontem ...rsrsrs...

Mas casamento é mesmo a união de opostos,

a questão é saber onde começa o espaço de um e termina o do outro.

Li outro dia em uma reportagem da revista Veja

que segundo as estatísticas do IBGE sobre casamento,

que desde a década de 90,

o tempo médio de duração dos casamentos no mundo é de dois anos,

então em minhas palavras: *Casamento agora tem prazo de validade*.

É importante saber-se diferente do outro

e tentar compreender as imperfeições para se alcançar,

dentro deste contrato chamado casamento,

no mínimo o entendimento,

afinal, se entendo o outro é por que o respeito,

se o respeito é por que o amo,

e se o amo, juntos vamos conseguir ser exceção dentro das estatísticas

e com isso alcançar a tal almejada felicidade a dois.

Naldo e eu,

estamos partindo pro oitavo ano deste contrato,

e tenho que agradecer isso a ele,

afinal, durante todo este tempo,

mesmo sem perceber, ele tem me moldado para ser

o que estou tentando me tornar, uma pessoa melhor,

e com isso conseguir dançar com ele

a valsinha de 50 anos de casamento.

Alessandra Matos

Um comentário:

Isnande Barros disse...

legal.
isso vicia.
depois que começa...
gostei.